O Protocolo B2B nasceu de uma constatação simples: há muito conteúdo sobre tecnologia corporativa no Brasil, mas pouca análise que conecte produto, processo e contexto local. Lançamentos de SaaS ganham manchetes; a implementação real — com prazos estourados, dados inconsistentes e equipes sobrecarregadas — raramente aparece com a mesma clareza.

Nosso trabalho é preencher essa lacuna. Publicamos textos de pesquisa aplicada sobre plataformas digitais, software como serviço, integrações entre sistemas e modelos de negócio B2B. Não somos um portal de notícias de alta frequência: preferimos profundidade a volume, e contexto brasileiro a reprodução de tendências globais sem adaptação.

O que fazemos

Cada publicação parte de uma pergunta concreta. Por que tantas integrações ERP-CRM falham depois do go-live? Como empresas brasileiras estruturam contratos de SaaS? O que muda quando um marketplace B2B entra na cadeia de suprimentos? Buscamos respostas em entrevistas, documentação técnica, relatos de operação e — quando disponível — dados públicos do mercado.

Não vendemos software, não fazemos consultoria e não aceitamos conteúdo patrocinado disfarçado de editorial. Quando citamos fornecedores ou plataformas, é porque são relevantes para o tema — nunca porque há acordo comercial por trás.

Como escolhemos os temas

Priorizamos assuntos que afetam decisões reais de compra, arquitetura e operação. Integrações que travam fluxos críticos. Modelos de precificação que mudam o custo total de propriedade. Plataformas que reorganizam relações entre compradores e fornecedores. Se um tema não ajuda alguém a tomar uma decisão melhor ou a entender um problema com mais nuance, provavelmente não publicamos.

Mantemos uma cadência modesta — alguns textos por mês — porque revisão técnica e contextualização levam tempo. Acreditamos que um artigo bem fundamentado vale mais do que dez posts genéricos sobre "transformação digital".

Quem está por trás

Somos uma equipe reduzida de jornalistas e analistas com experiência em tecnologia corporativa, operações B2B e mercado brasileiro. Trabalhamos de forma remota, com colaboradores pontuais para temas específicos. Não temos sede física aberta ao público; o canal principal de comunicação é o e-mail [email protected].

Se você tem uma sugestão de pauta, um relato de implementação ou uma correção sobre algo que publicamos, escreva. Leva alguns dias para respondermos, mas lemos tudo.

O que não somos

Não somos consultoria, não vendemos software e não intermediamos negociações entre compradores e fornecedores. Não publicamos conteúdo sob demanda de marcas. Não prometemos cobertura de todos os lançamentos do mercado — e isso é intencional.

Também não somos um arquivo histórico de tecnologia. Nosso interesse está no presente operacional: o que funciona hoje, com as restrições reais de orçamento, equipe e infraestrutura que empresas brasileiras enfrentam.